3 nódulos mamários mais comuns

Encontrar nódulos nas mamas pode causar medo, mas existem diferentes tipos de nódulos e nem todos são malignos. Por isso, separei 3 nódulos mais comuns nas mamas:

1- Fibroadenoma
2- cistos mamários
3- carcinoma mamário in situ

Se você apalpou suas mamas e sentiu algum nódulo, é importante acompanhar e buscar orientação de uma mastologista.
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Mamilo Invertido: quando se preocupar?

O mamilo invertido é caracterizado pela retração do mamilo para dentro. Pode ser congênito ou adquirido e ocorrer em ambos os sexos.
Geralmente, não afeta a sensibilidade das mamas, mas pode provocar baixa na autoestima e estranhamento por parte da paciente. Além de dificultar na amamentação.

Quando a inversão é adquirida ao longo da vida e não apresenta outros sintomas, pode ser desencadeada por alterações fisiológicas naturais, como gestação e perda significativa de peso.
Todavia, quando é associada a outros sintomas é necessário buscar acompanhamento de uma mastologista para identificar a causa da alteração.

Existem 03 graus de inversão do mamilo:

Grau 1: mamilos fáceis de manipular e manter a projeção por um tempo considerável, sem atrapalhar a amamentação;

Grau 2:
os mamilos podem ser puxados para fora, mas se retraem logo em seguida, dificultando a pega e a amamentação do bebê;

Grau 3: os mamilos não podem ser retirados, necessitando de cirurgia e, em muitos casos, apresentar problemas como mamilos doloridos e mastite recorrentes.

Quando a inversão é adquirida ao longo da vida e não apresenta outros sintomas, pode ser desencadeada por alterações fisiológicas naturais, como gestação e perda significativa de peso.
Todavia, quando é associada a outros sintomas é necessário buscar acompanhamento de uma mastologista para identificar a causa da alteração.

O prognóstico depende do grau de inversão, necessitando ou não de cirurgia.
Quando é adquirido ao longo da vida e apresenta outros sintomas, como saída de secreção, pele avermelhada ou outra alteração deve ser consultada a mastologista para avaliação e diagnóstico de alguma condição maligna.

Treinar superiores deixa as mamas menores?

Mito! O treino de superiores, em especial o de peitoral, aumenta o tônus muscular que fica localizado abaixo do tecido gorduroso mamário.

As mamas são formadas por glândula e tecido gorduroso, logo, o que pode levar a redução das mesmas é a diminuição da gordura corporal, independente do tipo de atividade física realizada.

Caso você esteja insatisfeita e/ou deseje aumentar o volume mamário pode ser indicada a cirurgia de mamoplastia de aumento com o uso de implantes de silicone ou com o uso da própria gordura corporal, removida de outras partes do corpo e enxertada na mama, que chamamos de lipoenxertia, ou ainda com a associação dessas duas técnicas, a mamoplastia híbrida.

Reconstrução de aréola, como é feita?

Em alguns casos de cirurgias mamárias, a exemplo da mastectomia, ou em assimetrias areolares pode ser necessário a realização de cirurgias reconstrutoras.

O mamilo pode ser reconstruído utilizando a pele da mama, mamilo ou outras regiões, como a virilha, através de enxertos, retalhos e, até mesmo, tatuagem.
Independente da técnica utilizada, a reconstrução do mamilo proporciona um resultado satisfatório para as pacientes.

Ginecomastia: entenda o que é e como tratar

A ginecomastia é o crescimento anormal das mamas em homens. A condição é causada por um desequilíbrio hormonal e tem um forte impacto na autoestima dos indivíduos que são diagnosticados com o problema. Continue a leitura para entender melhor como ela ocorre e quais as formas de tratamento disponíveis.   

O que é ginecomastia? 

A ginecomastia é caracterizada pelo crescimento benigno do tecido glandular mamário masculino causada pelo aumento de duas estruturas das mamas: os ductos (que, nas mulheres, servem para transportar o leite na amamentação, o que não ocorre nos homens); e o estroma periductal (tecido que ajuda na sustentação das mamas). 

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Ginecomastia Grau 1 

O primeiro grau da ginecomastia é caracterizado pelo discreto aumento das mamas masculinas. Vale ressaltar que, nesses casos, não há sobra de pele. Nessa fase, quando não há regressão espontânea do quadro, é recomendado o tratamento medicamentoso. 

Ginecomastia Grau 2 

O segundo grau da ginecomastia é talvez o mais comum tratado pelos mastologistas. Ele é subdividido em dois tipos: 

  • Grau ll A: caracterizado pelo aumento do volume glandular ou gorduroso, estendendo-se além das aréolas, preenchendo geralmente a região inferior do peito, ainda sem excesso de pele. 
  • Grau ll B: praticamente igual ao descrito no Grau ll A, porém, neste caso, já apresenta excesso de pele na região torácica. 

Ginecomastia Grau 3 

O terceiro grau da ginecomastia é caracterizado por um aumento grande e significativo das mamas associado a uma maior sobra de pele. Quando o volume é muito grande, o quadro é chamado de macroginecomastia.  

Todo esse volume pode causar ptose mamária (mamas caídas). As sobras de pele comprometem o aspecto geral do tórax e causam impacto negativo na autoestima o paciente. Por isso, nesse estágio, a cirurgia mamária é recomendada. 

O que causa ginecomastia? 

A causa provável da ginecomastia é um desequilíbrio na relação entre os hormônios andrógenos, que impedem o crescimento mamário, e estrógenos, que estimulam e aumentam o desenvolvimento glandular.  

As causas desse desequilíbrio podem ser transitórias ou permanentes, fisiológicas ou patológicas ou até mesmo induzidas pelo uso de algumas medicações. Vale ressaltar que em aproximadamente 25% dos casos, no entanto, a causa do problema não é descoberta. 

Quais são os sintomas de ginecomastia? 

De maneira clínica, os sintomas podem se apresentar como um pequeno botão (protuberância) mamária atrás ou abaixo da aréola ou até mesmo com características semelhantes às de uma mama feminina. A ginecomastia pode ser uni ou bilateral e, ocasionalmente, dolorosa em alguns pacientes.  

Leia mais: quando é a hora de procurar um endocrinologista?  

Como é feito o diagnóstico? 

O diagnóstico da ginecomastia é feito por meio da anamnese (entrevista clínica), do exame físico específico realizado pelo mastologista e da análise dos resultados de exames laboratoriais, como as dosagens séricas de hormônios como estradiol, HCG, testosterona, prolactina, LH (hormônio luteinizante) e TSH (hormônio tiroestimulante).

Deve-se incluir também exames de imagem como mamografia e ultrassonografia, importantes para reconhecer o que é glândula e o que é tecido gorduroso nas mamas. 

Esses exames são importantes para diferenciar o quadro de outros diagnósticos, como câncer de mama (carcinoma mamário), pseudoginecomastia ou lipomastia (condição presente em pacientes obesos).  

Leia mais: conheça o significado de andropausa  

Como é feito o tratamento para ginecomastia? 

O tratamento para ginecomastia é feito de forma individualizada e levando-se em conta a causa do problema. Nos casos induzidos por medicamento, por exemplo, normalmente basta suspender o uso para que ela se resolva.  

Já a ginecomastia provocada por distúrbios hormonais, o tratamento da causa também faz com que ela se resolva. Nas ginecomastias da adolescência ou em idades mais avançadas, poderá haver involução espontânea das mamas. 

Quando as mamas são muito volumosas, no entanto, o paciente normalmente se sente muito constrangido e tem prejuízos psicológicos e nas atividades diárias. Nestes casos, é indicado o tratamento cirúrgico. 

Medicamentos 

O tratamento da ginecomastia pode ser feito por meio do medicamento conhecido como tamoxifeno, utilizado em pacientes com câncer de mama, mas que, como modula a recepção do estrógeno no corpo, também tem eficácia no tratamento da ginecomastia. 

O uso de medicação, no entanto, é indicado apenas em alguns casos na fase da puberdade, quando o quadro pode levar ao surgimento de transtornos psicológicos importantes no paciente. 

Cirurgia para Ginecomastia 

Em casos mais avançados e quando o impacto psicológico é muito grande, a cirurgia pode ser recomendada para tratar a ginecomastia. Em mamas pouco volumosas, o procedimento é feito a partir de um pequeno corte ao redor da aréola e por onde a glândula é retirada, não havendo necessidade de retirada de pele.  

Já nas ginecomastias volumosas, normalmente é realizado um corte circular com diâmetro maior ao redor da aréola para evitar sobrar pele e ter um melhor e maior acesso para a retirada da glândula. Há também a remoção do excesso de gordura com a técnica de lipoaspiração, melhorando o contorno e aparência do tórax.  

Vale ressaltar que a cirurgia é o tratamento de escolha em casos de ginecomastia:   

  • unilateral; 
  • muito volumosa (macroginecomastia); 
  • que persiste mesmo após tratamento clínico/medicamentoso; 
  • que ocasiona prejuízos estéticos, psicológicos e sociais para o paciente.

Qual médico procurar? 

O especialista em diagnosticar e tratar a ginecomastia é o mastologista. 

 

Fonte: https://nav.dasa.com.br/blog/ginecomastia

Mastologista: o que faz e quando procurar o especialista

O mastologista é frequentemente procurado por mulheres. No entanto, esse profissional também atende homens, estando habilitado a cuidar de questões referentes às mamas em geral. 

Mastologista: o que é? 

O mastologista é o médico especializado na saúde das mamas. Ao longo de sua formação, ele realiza uma primeira residência médica em Cirurgia Geral ou Ginecologia e Obstetrícia e, em seguida, faz uma segunda residência em Mastologia.  

Esse profissional é responsável pelo diagnóstico e pelo tratamento clínico ou cirúrgico de condições relativas às mamas que podem afetar tanto mulheres como homens. 

Quais doenças o mastologista trata? 

O mastologista trata doenças mamárias em todas as fases da vida, atendendo crianças, adolescentes, adultos e idosos. 

Algumas das condições mais frequentes na população são: 

  • Mastalgia (dor nas mamas); 
  • Cistos mamários; 
  • Nódulos mamários; 
  • Câncer de mama; 
  • Ginecomastia (aumento das glândulas mamárias em homens); 
  • Polimastia (aumento do número de mamas em mulheres); 
  • Mastite (inflamação das mamas). 

Quando procurar um mastologista? 

É importante procurar um mastologista caso o paciente note qualquer alteração nas mamas.  

Na ausência de sintomas, recomenda-se que as mulheres marquem uma primeira consulta com o mastologista por volta dos 25 anos. Assim, pode ser feita uma avaliação de risco para câncer de mama com base na história pessoal da paciente e nos seus antecedentes familiares. 

A partir dos 40 anos, o ideal é que todas as mulheres consultem anualmente o mastologista e realizem a mamografia também uma vez ao ano. 

Quais exames o mastologista pode solicitar? 

O principal exame solicitado pelo mastologista é a mamografia, que ajuda a detectar precocemente o câncer de mama. 

Além da mamografia, é comum que o médico peça exames como ultrassom, ressonância magnética e, a depender do caso, biópsias mamárias. 

Mastologista online: como é feita a consulta? 

Na consulta online, o mastologista faz as mesmas perguntas que costuma fazer presencialmente: o médico procura entender quais as queixas do paciente, quais medicamentos o indivíduo usa, se foi realizada alguma cirurgia recentemente e se há histórico de câncer de mama na família. 

Embora não seja possível fazer o exame físico (palpar as mamas e as axilas para avaliar alguma eventual alteração) por telemedicina, muitas vezes o mastologista consegue adiantar a solicitação de exames ou fornecer um aconselhamento ao paciente durante a consulta online.

 

Fonte: https://nav.dasa.com.br/blog/mastologista

O que é câncer de mama inflamatório?

O câncer de mama inflamatório é um tipo de carcinoma que acomete a pele das mamas e, geralmente, não apresenta nódulos.

Pode ser bastante agressivo se não for detectado precocemente, podendo haver risco de metástase. Por isso, qualquer sinal de alteração nas mamas deve ser acompanhado por uma mastologista.

Metas para 2024: colocar os exames de mama em dia.

Ano novo é um convite para traçar novas metas e fazer o check-up de rotina para avaliar a saúde das mamas e do corpo no geral.

Colocar os exames em dia, inclusive os de rastreamento para o câncer de mama, são uma estratégia fundamental para prevenção e tratamento de alterações malignas nas mamas.

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3 Mitos sobre testes genéticos

Os testes genéticos são uma ótima ferramenta para identificar o risco de câncer de cada pessoa, mas durante minhas consultas de aconselhamento genético noto que existem muitas dúvidas e mitos sobre o assunto.

Hoje vamos desvendar os 03 maiores mitos e explicar um pouco mais sobre cada um deles.

1- Só quem precisa fazer testes genéticos são pessoas com histórico de câncer na família.

Apesar do histórico familiar ser um fator de risco importante, qualquer pessoa pode considerar fazer o teste genético para saber seus riscos pessoais.

2- Testes genéticos positivos são indicativos de que é certo desenvolver câncer

Um resultado positivo de mutações genéticas indica um risco maior de desenvolver câncer, mas não pode dar certeza de que a doença vai se desenvolver. Ele fornece informações importantes para ajudar na redução do risco e detecção da doença.

3- Um resultado negativo para mutações genéticas significa que nunca terei câncer.

Os testes genéticos com resultados negativos para mutações genéticas não significam que a pessoa nunca desenvolverá o câncer ou está imune a ele. Existem outros fatores de risco, como o estilo de vida de cada um.

 

“Existe ligação entre a perda de peso e o risco de câncer de mama?”

Cada vez mais pessoas têm buscado por mais saúde e qualidade de vida. Por isso, o número de cirurgias bariátricas tem se tornado uma crescente no Brasil.

Recentemente, JoJo Toddynho deu uma entrevista falando sobre sua decisão de se submeter a cirurgia. Não é de agora que a cantora tem optado por melhorar a saúde através de hábitos mais saudáveis, como fazer exercícios físicos.

Se você me acompanha a um tempo, já deve ter me visto falar da importância de manter hábitos mais saudáveis e como a obesidade aumenta o risco do câncer de mama.

Esse foi o questionamento levantado por um estudo publicado no JAMA (2023), com 69.260 mulheres de diferentes Índices de Massa Corporal (IMC), durante cinco anos, divididas em dois grupos: com bariátrica e sem o procedimento cirúrgico.

Também foram feitos subgrupos de acordo com o IMC.

O grupo que realizou a cirurgia bariátrica, e perdeu peso, apresentou uma diminuição no risco de câncer de mama em comparação ao grupo com sobrepeso e/ou obesidade.

menor destaque: “Não houve risco residual de câncer de mama associado à perda de peso após a cirurgia bariátrica” (JAMA, 2023)

Portanto, mulheres que possuem o IMC < 25, com o auxilio da cirurgia bariátrica, apresentam menos risco de câncer de mama. Bem como, uma melhora na qualidade de vida e no risco de desenvolver outros tipos de doença.