Imunoterapia e câncer de mama

A imunoterapia é a terapia que estimula e auxilia o sistema responsável pela defesa do organismo contra infecções e células cancerígenas. Este tratamento já vem sido utilizado, com sucesso, em câncer de pulmão, bexiga, cabeça e de pescoço. Recentemente o FDA (US Food and Drug Administration), órgão americano responsável pelo controle e regulamentação de alimentos e fármacos, aprovou o primeiro tratamento imunoterápico para câncer de mama.
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Os estudos apresentados pela Sociedade Norte-Americana de Oncologia Clínica (ASCO) mostram que a imunomodulação seria possível em pelo menos 25% dos casos de câncer triplo negativo. Além de sugerirem que este tratamento associado a quimioterapia tradicional pode proporcionar o controle da doença com uma duração mais prolongada.
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As pesquisas ainda são iniciais e precisam superar alguns desafios como o alto custo do tratamento, o que dificulta a disponibilidade do mesmo no mercado brasileiro. Converse com sua médica mastologista, ela vai indicar o melhor tratamento para seu caso. Dra. Giovanna Gabriele – Médica Mastologista. (11 3514 6000)

Mastite Granulomatosa

A mastite granulomatosa idiopática (MGI), também denominada mastite lobular granulomatosa, é uma rara doença inflamatória crônica da mama. Embora a causa seja desconhecida, já foi postulado que a doença é uma condição oriunda de uma resposta autoimune. A MGI ocorre principalmente em mulheres jovens (média de 33 anos) e frequentemente com lactação recente.
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Mulheres com MGI tipicamente se apresentam com uma massa endurecida, fixa, não raramente dolorosa, que pode comprometer qualquer área da mama, poupando a região retroareolar, frequentemente sugerindo câncer de mama. O diagnóstico só é possível através de uma bateria de exames e só pode ser confirmado pelo exame histopatológico, que se caracteriza por granuloma não caseoso de células gigantes, multinucleado, restrito ao lóbulo mamário, com formação de microabscessos.
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O tratamento primário recomendado da MGI é a biópsia excisional e/ou a terapia com corticosteroide para controlar e prevenir a recorrência da doença, além de ser uma opção para tratamento primário em lesões extensas. Tem algum dos sintomas citados? Dúvidas? Agende uma consulta agora mesmo! Dra. Giovanna Gabriele – Médica Mastologista. (11 3514 6000)

Radioterapia – O que você precisa saber?

A radioterapia é um tratamento que usa radiação ionizante para combater as células anormais de um tumor e impedir sua proliferação. Existem alguns tipos de radioterapia:
– A radioterapia convencional, que consiste em irradiar o órgão alvo com doses fracionadas. Realizada diariamente ( geralmente de 2a a 6a feira), durante 3 a 6 semanas. Ela é mais comumente indicada nos casos de cirurgia conservadora da mama, para diminuir a chance da recidiva na mama ou nos linfonodos próximos, e após mastectomia em casos com linfonodos comprometidos, tumores avançados e triplo-negativos. Com a técnica conformacional 3D conseguimos minimizar os efeitos da radioterapia em outros órgãos, como pulmão e coração.

– A radioterapia intraoperatória, que é realizada em uma única sessão durante a cirurgia, restrita a casos iniciais e em pacientes mais idosas, ainda pouco disponível em âmbito nacional.
– A braquiterapia, que é outra técnica de radioterapia que consiste na inserção do material radioativo dentro ou próximo ao órgão a ser tratado, com indicações peculiares.

Esses três tipos podem ser utilizados no tratamento do câncer de mama, porém, nem todas as mulheres com câncer de mama têm indicação de radioterapia. A radioterapia é um tratamento muito eficiente no combate a vários tipos de câncer, além do câncer de mama. Como todo tratamento pode apresentar efeitos colaterais, como inchaço e sensação de peso no local irradiado, pele avermelhada, queimadura de pele, fadiga e perda de apetite, que geralmente começam a aparecer por volta da terceira sessão. O médico pode indicar ao paciente formas de amenizar esses sintomas. Dra. Giovanna Gabriele – Médica Mastologista. (11 3514 6000)

PMMA – Mocinho ou Vilão?

PMMA ou polimetilmetacrilato é uma resina acrílica formada basicamente por um plástico composto de microesferas. O material vem sendo usado na medicina desde 1936 na construção de próteses, especialmente cranianas, por causa da sua alta resistência, biocompatibilidade e maleabilidade. Em 1994 surgiu a ideia de misturar as microesferas da resina com colágeno bovino, criando assim uma substância pastosa e facilmente aplicável a subderme através de agulhas finas. Desde então o PMMA passou a ser usado também em intervenções estéticas, como a bioplastia, para preenchimento e modelagem facial e corporal.

Apesar da sua aplicação rápida, não se engane, a utilização deste produto exige bastante cuidado, afinal é um implante definitivo e pode causar diversas complicações como: formação de nódulos, reações inflamatórias crônicas, enrijecimento da região, dor crônica, infecções, necrose, embolia e morte. O risco aumenta conforme a quantidade aplicada, por isso, o volume usado deve seguir a indicação de um médico especialista, no caso, um médico dermatologista ou cirurgião plástico.

Por fim, vale destacar que o preenchimento com PMMA é um procedimento ambulatorial, ou seja, deve ser feito em ambiente hospitalar e NUNCA deve ser aplicado nas mamas. Caso precise de cuidados ou tenha dúvidas sobre a saúde das mamas fale conosco – Dra. Giovanna Gabriele – Médica Mastologista. (11 3514 6000)

O que é o fenômeno de Reaynaud

O fenômeno de Raynaud é pouco abordado, porém, muito comum. Afeta principalmente mulheres de 21 a 55 anos e pode acontecer em várias áreas do corpo, como pés, mãos e mamas. Nas mamas, o fenômeno acontece após a mamada, quando o mamilo apresenta uma cor esbranquiçada acompanhada de dor e desconforto.

A principal causa do fenômeno de Raynaud é uma isquemia, ou seja, perda de circulação sanguínea no local por um curto período de tempo. Mas também pode ser causada por uso de medicamentos ou deficiência de vitamina B6, cálcio ou magnésio.

A médica mastologista vai identificar as causas e a partir deste diagnóstico, pode traçar o melhor tratamento para cada paciente. É possível melhorar os sintomas e, em alguns casos, eliminá-los, por isso procure ajuda aos primeiros sintomas.

Procure Giovanna Gabriele – Médica Mastologista (11 3514 6000).

Calcificações na mama são comuns, mas merecem atenção

É natural que durante o processo de envelhecimento a mulher apresente calcificações na mama, isso ocorre devido a um processo degenerativo das células mamárias. A Maioria das mulheres viverá com cristais de cálcio normalmente, sem dores ou desconfortos. O problema é quando as calcificações apresentam certas características que podem evoluir para um câncer de mama.

As calcificações mamárias podem ser de dois tipos: macrocalcificações ou microcalcificações. As macrocalcificações podem ter vários milímetros de diâmetro, com forma irregular e em geral estão relacionadas com processos benignos. Já as microcalcificações podem estar relacionadas ao câncer de mama e são tão pequenas que não são palpáveis nem pelo médico nem pela paciente. O único exame que efetivamente detecta microcalcificações é a mamografia.

A partir dos quarenta anos é recomendado submeter-se, anualmente, à mamografia e ao exame clínico com uma especialista. Realize os exames periódicos. A prevenção salva milhares de vidas todos os anos.

Previna-se. Procure Giovanna Gabriele – Médica Mastologista (11 3514 6000).

Mama Acessória – Polimastia

Mais frequente do que parece, a polimastia (ou mama acessória) é a mama em local não habitual, como nas regiões das axilas. O desconforto estético pode causar desconforto social e influenciar significativamente na autoestima da pessoa com polimastia.

E como surge? Quando ainda estamos em formação dentro do útero, se formam várias mamas, distribuídas desde as axilas até a região genital. Com o passar dos anos, essas mamas se atrofiam e restam apenas as duas mamas habituais. Em algumas pessoas, essa atrofia não é perfeita, restando outras mamas, gerando a polimastia.  Três sinais comuns: (1) presença de massa nas axilas – regiões sensíveis; (2) dores e sensação de inchaço no local, durante o período pré-menstrual; e, (3) saída de leite no período de amamentação.

O diagnóstico é feito basicamente a partir de um exame físico realizado pela médica mastologista, que pode solicitar exames como ultrassonografia. O tratamento cirúrgico vai depender do tamanho e localização da polimastia.

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Como a dança dos hormônios afetam a mama

Diversos tipos de hormônios agem sobre as mamas, como os hormônios de crescimento, os sexuais (estrogênio) e os de lactação (prolactina). Durante a ovulação, o corpo da mulher se prepara biologicamente para uma gravidez e para que isso aconteça o corpo libera hormônios. Caso a gravidez não ocorra, os níveis hormonais reduzem e iniciam um novo ciclo.

Atualmente, com o avanço da medicina em favor de uma vida mais saudável, as mulheres usam métodos de controle para evitar a gravidez e consequentemente frustram o organismo que está naturalmente programado para engravidar toda vez que entra no ciclo menstrual.

Os dois órgãos que particularmente se preparam para a gravidez são o útero e as mamas. Quanto ao útero, quando não recebe o embrião, o seu tecido (endométrio) se desmancha, resultando na menstruação da mulher. Já quanto às mamas, a dança de hormônios, que varia mensalmente, provoca alterações no tamanho das mamas, que crescem e depois se retraem, funcionando como um elástico, que ao longo do tempo resulta em um desarranjo estrutural, dando origem a eventuais displasias mamárias (clique aqui e saiba o que é displasia mamária).

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Nódulo na mama, necrose adiposa

Traumas provocados diretamente nas mamas, como uma pancada, queda e tombo, são causas comuns de hematomas, que podem desencadear do surgimento da necrose adiposa, que é um caroço ou um nódulo que se forma a partir da ocorrência de danos na área do tecido adiposo mamário. A necrose adiposa é uma massa mamária indolor, cujo caroço ou nódulo formado nas mamas é melhor diagnosticado por meio do exame de mamografia.

Após confirmado o diagnóstico de necrose adiposa por um médico, seu tratamento mediante procedimento cirúrgico poderá ser feito caso esse nódulo aumente de tamanho, ou caso a paciente prefira. Por fim, vale destacar que o surgimento de necrose adiposa não proporciona o aumento do risco de desenvolver câncer da mama.

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hipersensibilidade das mamas

A hipersensibilidade das mamas pode indicar problemas em nossa saúde. Por esta razão, nós apresentamos duas causas comuns para dores e hipersensibilidade das glândulas mamárias.

1. Produção de hormônio: as alterações hormonais são inerentes ao organismo feminino durante a puberdade, nas vésperas do período menstrual e também na gravidez. Essas oscilações afetam diretamente as mamas, podendo gerar dores e hipersensibilidade.

2. Mastite: no momento da amamentação, é comum ocorrer de o leite “secar” dentro da mama. Isso acontece, especialmente, devido ao crescimento de bactérias e pode ser notado a partir da ocorrência de desconforto e de mudança de tamanho e coloração da mama.

A fim de diminuir o incômodo, destacamos o quanto é importante fazer uma alteração na dieta e reduzir o consumo de alimentos que possam aumentar a sensibilidade. Neste caso, o consumo de alimentos ricos em vitaminas E e B (como amêndoas, abacate e espinafre) pode ajudar a combater a inflamação naturalmente, alimentos como café e chocolate podem aumentar a dor mamaria.

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