Fevereiro 26, 2024
Por que o cabelo cai no tratamento contra o câncer de mama?
Hoje vamos conversar sobre um assunto que mexe com a autoestima das pacientes de câncer de mama e é um efeito colateral comum durante o tratamento, a queda de cabelo.
Fevereiro 26, 2024
Hoje vamos conversar sobre um assunto que mexe com a autoestima das pacientes de câncer de mama e é um efeito colateral comum durante o tratamento, a queda de cabelo.
Fevereiro 22, 2024
A biópsia líquida tem dado o que falar por se apresentar como uma forma menos invasiva de detectar o câncer de mama por meio de exames de sangue, mas ainda não existem dados científicos que comprovem a eficácia desse tipo de técnica para rastreamento da doença.
Por isso, a Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM) não recomenda o uso de biópsia líquida para o rastreamento da neoplasia, reforçando que apenas a mamografia é comprovada como forma de rastreio e redução da mortalidade pelo câncer de mama.
Fevereiro 20, 2024
O estadiamento do câncer de mama é a avaliação da extensão do tumor. Ele classifica a doença em estágios, com base no tamanho do tumor, envolvimento dos linfonodos e possível disseminação.
Ele pode ser clínico ou patológico e é através dele que vamos orientar o plano de tratamento e prognóstico do câncer.
Fevereiro 19, 2024
HER2 é a proteína responsável pelo fator de crescimento epidérmico do nosso corpo, quando existe uma quantidade muito elevada é denominado HER2 positivo, uma forma muito mais agressiva desse carcinoma.
Fevereiro 13, 2024
A densidade mamária representa a quantidade de tecido fibroso e glandular em relação a gordura das mamas. São divididas em 4 tipos:
Apesar dos estudos comprovarem que mulheres com mamas mais densas possuem um risco aumentado de câncer de mama, ter uma densidade mamária não significa que você irá desenvolvê-lo.
Em casos de mamas densas, agende uma consulta com a médica mastologista para prevenção e rastreamento da doença.
Fevereiro 5, 2024
Será que a poluição pode aumentar o risco do câncer de mama? Preparamos um vídeo para você entender um pouco mais sobre o assunto.
Fevereiro 4, 2024
O câncer é o principal problema de saúde pública e está entre as quatro principais causas de morte prematura – antes dos 70 anos de idade – no mundo. Anualmente, mais de 20 milhões de pessoas são diagnosticadas com algum tipo de câncer. No Brasil, de acordo com o INCA, somente em 2023 foram estimados 704 mil novos casos de câncer.
Essa crescente de incidência e mortalidade acontece em parte pelo envelhecimento e crescimento populacional, mas também pela mudança na distribuição e na prevalência dos fatores de risco de câncer, especialmente aos associados ao desenvolvimento socioeconômico.
Os exames de rastreamento, como a mamografia, são capazes de reduzir a mortalidade por câncer em até 40% e a adoção de um estilo de vida mais saudável, por exemplo, reduz aproximadamente 30% dos cânceres.
Por isso, é essencial se cuidar e realizar o acompanhamento da neoplasia.
Fevereiro 1, 2024
Muitas pacientes ficam preocupadas quando recebem o resultado de exame com BI-Rads 3, mas essa classificação, na grande maioria dos casos, é de um achado benigno com chance de malignidade inferior a 2%.
O controle para essa categoria é feito por exames em intervalos semestrais para acompanhamento do desenvolvimento da lesão. Quando existe mudança na lesão, como diminuição ou aumento do tamanho, é feita uma reclassificação do BI-Rads. Por exemplo, nos casos em que o nódulo aumenta, é alterado para BI-Rads 4 confirmando que é necessário proceder com uma biópsia .
Por isso, em caso de BI-Rads 3 ou qualquer alteração mamária é indispensável o acompanhamento da mastologista que irá levar em consideração outros fatores da individualidade da paciente, podendo ainda nesses casos ser solicitado a biópsia ou um acompanhamento em menos ou mais tempo.
Janeiro 29, 2024
A radioterapia é um dos tratamentos para o câncer de mama, por isso, muitas pessoas tem dúvidas de como funciona.
Janeiro 25, 2024
Sim, a raça influencia no risco de desenvolver alterações nas mamas, como o câncer de mama. Mulheres negras e judaicas tem uma maior chance de desenvolver a neoplasia ao longo da vida.
Estudos recentes realizados pela JAMA, mostram que a taxa de mortalidade entre as mulheres negras é maior do que em mulheres brancas, hispânicas, asiáticas, entre outras. Outro fato é que a incidência do câncer de mama nesse grupo tem sido maior em mulheres mais jovens e com tipos mais agressivos, como o triplo-negativo.
Além da raça, outros fatores podem estar associados, como o estilo de vida e o acesso a saúde.
É indispensável o cuidado com a saúde das mamas, acompanhamento com a mastologista e, claro, adoção de medidas preventivas para o câncer de mama.