Giovanna Gabriele - Mastologista

Mamografia a partir dos 40 anos

A mamografia é um método capaz de detectar o câncer de mama quando o tumor ainda é inicial/pequeno. O diagnóstico precoce é a forma mais eficaz de aumentar as chances de cura dessa doença, que podem chegar a 98% caso os tumores sejam identificados nas fases iniciais.

Mulheres saudáveis que fazem mamografia anualmente a partir dos 40 anos têm 40% mais chance de diagnosticar o câncer de mama inicial, segundo estudo recente divulgado no periódico científico Journal Cancer, publicação oficial da Sociedade Americana do Câncer. A Sociedade Brasileira de Mastologia e a maioria das instituições médicas recomendam a realização da mamografia a partir dos 40 anos.

Infelizmente o Ministério da Saúde brasileiro, através do Sistema Único de Saúde, garante o exame apenas para mulheres com idades entre 50 e 69 anos. Dados levantados pelo Inca para o Atlas da Mortalidade por Câncer apontam que 17% das mulheres mortas por câncer em 2013 estavam na faixa etária entre 40 e 49 anos.

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O que é o fenômeno de Reaynaud

O fenômeno de Raynaud é pouco abordado, porém, muito comum. Afeta principalmente mulheres de 21 a 55 anos e pode acontecer em várias áreas do corpo, como pés, mãos e mamas. Nas mamas, o fenômeno acontece após a mamada, quando o mamilo apresenta uma cor esbranquiçada acompanhada de dor e desconforto.

A principal causa do fenômeno de Raynaud é uma isquemia, ou seja, perda de circulação sanguínea no local por um curto período de tempo. Mas também pode ser causada por uso de medicamentos ou deficiência de vitamina B6, cálcio ou magnésio.

A médica mastologista vai identificar as causas e a partir deste diagnóstico, pode traçar o melhor tratamento para cada paciente. É possível melhorar os sintomas e, em alguns casos, eliminá-los, por isso procure ajuda aos primeiros sintomas.

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Amamentação: 3 Dificuldades iniciais e como superá-las

“A pega”: A primeira dificuldade de toda mãe é como conseguir a pega correta para amamentar. A “má pega” acontece quando o bebê coloca somente o mamilo na boca. A solução é colocar toda a aréola na boca do bebê para que ele possa sugar de maneira correta. A “má pega” causa dor nos mamilos, fissuras e rachaduras.

Produzir pouco leite: A principal causa para a produção insuficiente de leite é provavelmente a “má pega” que causa a falta de estímulo nas glândulas mamárias para a produção do leite. Quando a pega do bebê é feita de forma correta a produção de leite deve aumentar num prazo de três dias.

Não esvaziar o peito regularmente: Quando o peito não é esvaziado de forma regular, ele empedra, causa inflamação, abscessos e o bebê não consegue mamar. O ideal é esvaziar as mamas com uma bomba tira-leite ou por ordenha manual. Tem muito leite? Doe para um Banco de Leite!

Em caso de dúvidas, procure Giovanna Gabriele – Médica Mastologista (11 3514 6000).

Calcificações na mama são comuns, mas merecem atenção

É natural que durante o processo de envelhecimento a mulher apresente calcificações na mama, isso ocorre devido a um processo degenerativo das células mamárias. A Maioria das mulheres viverá com cristais de cálcio normalmente, sem dores ou desconfortos. O problema é quando as calcificações apresentam certas características que podem evoluir para um câncer de mama.

As calcificações mamárias podem ser de dois tipos: macrocalcificações ou microcalcificações. As macrocalcificações podem ter vários milímetros de diâmetro, com forma irregular e em geral estão relacionadas com processos benignos. Já as microcalcificações podem estar relacionadas ao câncer de mama e são tão pequenas que não são palpáveis nem pelo médico nem pela paciente. O único exame que efetivamente detecta microcalcificações é a mamografia.

A partir dos quarenta anos é recomendado submeter-se, anualmente, à mamografia e ao exame clínico com uma especialista. Realize os exames periódicos. A prevenção salva milhares de vidas todos os anos.

Previna-se. Procure Giovanna Gabriele – Médica Mastologista (11 3514 6000).

Mama Acessória – Polimastia

Mais frequente do que parece, a polimastia (ou mama acessória) é a mama em local não habitual, como nas regiões das axilas. O desconforto estético pode causar desconforto social e influenciar significativamente na autoestima da pessoa com polimastia.

E como surge? Quando ainda estamos em formação dentro do útero, se formam várias mamas, distribuídas desde as axilas até a região genital. Com o passar dos anos, essas mamas se atrofiam e restam apenas as duas mamas habituais. Em algumas pessoas, essa atrofia não é perfeita, restando outras mamas, gerando a polimastia.  Três sinais comuns: (1) presença de massa nas axilas – regiões sensíveis; (2) dores e sensação de inchaço no local, durante o período pré-menstrual; e, (3) saída de leite no período de amamentação.

O diagnóstico é feito basicamente a partir de um exame físico realizado pela médica mastologista, que pode solicitar exames como ultrassonografia. O tratamento cirúrgico vai depender do tamanho e localização da polimastia.

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Como a dança dos hormônios afetam a mama

Diversos tipos de hormônios agem sobre as mamas, como os hormônios de crescimento, os sexuais (estrogênio) e os de lactação (prolactina). Durante a ovulação, o corpo da mulher se prepara biologicamente para uma gravidez e para que isso aconteça o corpo libera hormônios. Caso a gravidez não ocorra, os níveis hormonais reduzem e iniciam um novo ciclo.

Atualmente, com o avanço da medicina em favor de uma vida mais saudável, as mulheres usam métodos de controle para evitar a gravidez e consequentemente frustram o organismo que está naturalmente programado para engravidar toda vez que entra no ciclo menstrual.

Os dois órgãos que particularmente se preparam para a gravidez são o útero e as mamas. Quanto ao útero, quando não recebe o embrião, o seu tecido (endométrio) se desmancha, resultando na menstruação da mulher. Já quanto às mamas, a dança de hormônios, que varia mensalmente, provoca alterações no tamanho das mamas, que crescem e depois se retraem, funcionando como um elástico, que ao longo do tempo resulta em um desarranjo estrutural, dando origem a eventuais displasias mamárias (clique aqui e saiba o que é displasia mamária).

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Muito tempo no fogão pode prejudicar a mama?

O suporte das mamas depende da qualidade da pele, já que não estão sustentadas por nenhum músculo. Por este motivo, devemos dar uma atenção especial a um dos grandes vilões da pele: o calor excessivo, o qual provoca a transpiração, liberando sal e deixando-a ressecada.

Mesmo não sendo uma tarefa exclusiva das mulheres, algumas utilizam o fogão no dia-a-dia, ficando expostas ao calor, que, ao longo do tempo, pode ressecar a pele. Para melhor validar nossa tese, sabendo que a altura média da mulher brasileira é de 1,60 metro e que, em geral, a altura dos fogões é de 1,10 metro, podemos concluir que as mamas são diretamente afetadas pelo calor emitido do fogão.

Reunimos quatros cuidados básicos para proteger suas mamas: (1) escolha roupas de cor clara e tecidos que mantenham a pele livre, respirando e confortável (veja este post: https://goo.gl/Qft4ua); (2) beba água regularmente, deixando a sua pele hidratada; (3) priorize temperatura amena ao tomar banho (veja este post: https://goo.gl/iODrIy); e, (4) utilize creme hidratante específico para as suas mamas.

Caso as suas mamas estejam apresentando alguma alteração, entre em contado conosco agora mesmo. Giovanna Gabriele – Médica Mastologista. (11 3071 1812)

Caroço na mama aos 16 anos

A mamografia é indicada para mulheres acima de 40 anos e é de extrema importância para o diagnóstico de doenças das mamas. Cada vez mais, as mulheres nessa faixa etária procuram se informar melhor e buscar soluções para manter a saúde das suas mamas em dia. Diante disso, é comum surgir o dilema “se a mamografia é indicada para mim, também deve ser indicada para minha filha ou sobrinha adolescente?”.

Nas adolescentes entre 3 e 16 anos, a mamografia não é indicada para ser realizada na avaliação médica, pois nesta idade as mamas são muito densas e estão em desenvolvimento. Nessa fase, que marca a transição entre a infância e a idade adulta, o método ideal para complementar o exame físico é a ultrassonografia mamária. É importante ressaltar que é raro o aparecimento de doença maligna de mama em adolescentes.

Caso apareça qualquer sinal estranho nas mamas, independentemente da idade, procure uma médica mastologista. Giovanna Gabriele – Médica Mastologista. (11 3071 1812)

Nódulo na mama, necrose adiposa

Traumas provocados diretamente nas mamas, como uma pancada, queda e tombo, são causas comuns de hematomas, que podem desencadear do surgimento da necrose adiposa, que é um caroço ou um nódulo que se forma a partir da ocorrência de danos na área do tecido adiposo mamário. A necrose adiposa é uma massa mamária indolor, cujo caroço ou nódulo formado nas mamas é melhor diagnosticado por meio do exame de mamografia.

Após confirmado o diagnóstico de necrose adiposa por um médico, seu tratamento mediante procedimento cirúrgico poderá ser feito caso esse nódulo aumente de tamanho, ou caso a paciente prefira. Por fim, vale destacar que o surgimento de necrose adiposa não proporciona o aumento do risco de desenvolver câncer da mama.

Não perca tempo, fale conosco por mensagem inbox aqui no Facebook ou ligue para agendar uma consulta (11 3071 1812). Médica Mastologista Giovanna Gabriele.

Ducto mamário bloqueado – O que você sabe Sobre?

Na mama existem vários pequenos canudos (ductos) que são responsáveis por levar o leite até o mamilo. Os ductos podem sofrer dilatação (ectasia), consequentemente, as paredes engrossam e a passagem enche de fluído. A substância formada nos ductos é espessa e pegajosa, a qual bloqueia a passagem do leite mamário.

Alguns sinais ou sintomas comuns da ectasia do ducto mamário:
(1) surgimento de pus branco, esverdeado ou preto em um ou ambos os mamilos;
(2) sensibilidade no mamilo ou tecido mamário circundante;
(3) vermelhidão do mamilo e, por vezes, na área circundante;
(4) surgimento de nódulo de mama ou espessamento perto do ducto obstruído; e,
(5) mamilo virado para dentro (invertido).

Os respetivos sinais ou sintomas de ectasia do ducto mamário podem melhorar por conta própria, mas não deixe de mencionar ao seu médico o ocorrido nas consultas.

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