Evite lavar as mamas com água quente

Devemos ficar atentas ao tomar banho com água muito quente, acima de 37° graus. A temperatura elevada pode causar ressecamento, flacidez e perda de firmeza da pele. Além de evitar banhos quentes, é importante a utilização de um bom creme hidratante para manter a pele bem hidratada e nutrida. Se a região apresentar descamação ou mudança na coloração, pode ser um sinal de infeção causada por bactéria ou fungo e o ideal é procurar um mastologista.
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Giovanna Gabriele – Médica Mastologista. (11 3514 6000)

Outubro Rosa 2018

A campanha do Outubro Rosa 2018 já está na etapa final, mas a saúde das mamas requer atenção todo tempo! Quando foi a última vez que você foi um médico mastologista? Já realizou mamografia este ano? Lembre-se prevenção é nossa melhor arma para vencer o câncer de mama.

Mulheres saudáveis que fazem mamografia anualmente a partir dos 40 anos, têm 40% mais chance de diagnosticar o câncer de mama em estágio inicial. Essa informação está no estudo recente divulgado no periódico científico Journal Cancer, publicação oficial da Sociedade Americana do Câncer. A Sociedade Brasileira de Mastologia e a maioria das instituições médicas recomendam a realização da mamografia a partir dos 40 anos. Dra. Giovanna Gabriele – Médica Mastologista. (11 3514 6000)31

Hoje encerramos o mês rosa

E hoje encerramos o mês rosa! O mês de difundir informações sobre a importância de se cuidar, seja através da prevenção, com hábitos de vida saudáveis, seja através de diagnóstico precoce, com a realização de mamografia anual a partir dos 40 anos de idade. Outubro chegou ao fim, mas o cuidado com nossa saúde deve ser diário. Gratidão a Deus por ter me dado a oportunidade de conversar com tantas pessoas

Outubro Rosa 2018

Hoje, começa o Outubro Rosa, campanha de conscientização sobre a importância do diagnóstico precoce do câncer de mama. A campanha busca informar as mulheres e a sociedade em geral sobre a importância de cuidar da saúde das mamas, através do autoexame, de acompanhamento médico especializado e da realização de exames de rotina.⠀⠀⠀⠀⠀
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A mamografia é o exame mais eficiente para detectar o câncer de mama quando o tumor ainda é inicial/pequeno. O diagnóstico precoce aumenta as chances de cura dessa doença, que podem chegar a 98%, desde que os tumores sejam identificados na fase inicial.

Mulheres saudáveis que fazem mamografia anualmente a partir dos 40 anos, têm 40% mais chance de diagnosticar o câncer de mama em estágio inicial. Essa informação está no estudo recente divulgado no periódico científico Journal Cancer, publicação oficial da Sociedade Americana do Câncer. A Sociedade Brasileira de Mastologia e a maioria das instituições médicas recomendam a realização da mamografia a partir dos 40 anos.
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O que é o fenômeno de Reaynaud

O fenômeno de Raynaud é pouco abordado, porém, muito comum. Afeta principalmente mulheres de 21 a 55 anos e pode acontecer em várias áreas do corpo, como pés, mãos e mamas. Nas mamas, o fenômeno acontece após a mamada, quando o mamilo apresenta uma cor esbranquiçada acompanhada de dor e desconforto.

A principal causa do fenômeno de Raynaud é uma isquemia, ou seja, perda de circulação sanguínea no local por um curto período de tempo. Mas também pode ser causada por uso de medicamentos ou deficiência de vitamina B6, cálcio ou magnésio.

A médica mastologista vai identificar as causas e a partir deste diagnóstico, pode traçar o melhor tratamento para cada paciente. É possível melhorar os sintomas e, em alguns casos, eliminá-los, por isso procure ajuda aos primeiros sintomas.

Procure Giovanna Gabriele – Médica Mastologista (11 3514 6000).

Amamentação: 3 Dificuldades iniciais e como superá-las

“A pega”: A primeira dificuldade de toda mãe é como conseguir a pega correta para amamentar. A “má pega” acontece quando o bebê coloca somente o mamilo na boca. A solução é colocar toda a aréola na boca do bebê para que ele possa sugar de maneira correta. A “má pega” causa dor nos mamilos, fissuras e rachaduras.

Produzir pouco leite: A principal causa para a produção insuficiente de leite é provavelmente a “má pega” que causa a falta de estímulo nas glândulas mamárias para a produção do leite. Quando a pega do bebê é feita de forma correta a produção de leite deve aumentar num prazo de três dias.

Não esvaziar o peito regularmente: Quando o peito não é esvaziado de forma regular, ele empedra, causa inflamação, abscessos e o bebê não consegue mamar. O ideal é esvaziar as mamas com uma bomba tira-leite ou por ordenha manual. Tem muito leite? Doe para um Banco de Leite!

Em caso de dúvidas, procure Giovanna Gabriele – Médica Mastologista (11 3514 6000).

Silicone aumenta o risco de doenças?

Uma dúvida bastante recorrente é se o implante de silicone aumenta o risco de doenças, como câncer de mama. Na maioria das vezes não há relação entre o referido implante e a ocorrência de qualquer doença localizada nas mamas ou em outros órgãos. Destaque-se que a implantação da prótese de silicone não interfere em diagnósticos ou em intervenções, como biópsias, se forem necessários.

Vale destacar o quanto é importante realizar o acompanhamento com sua médica mastologista para que se faça uma avaliação desde o período pré-operatório. Nesse momento, a mulher fará exames de imagem, será examinada e, assim, terá a saúde da mama bem assistida, evitando surpresas de doenças não diagnosticadas antes de uma cirurgia estética. Após, em períodos mais avançados haverá a avaliação do estado estético para que se indique ou não a troca da prótese de silicone, diante de suas possíveis deformidades ocasionadas ao longo do tempo.

Está pensando em colocar próteses de silicone? Agende agora mesmo uma consulta com Médica Mastologista Giovanna Gabriele. (11 3071 1812)

Sua saúde merece proteção

Olá, eu sou a Gilda e, durante o mês do outubro rosa, estou contando um pouco sobre minha luta contra o câncer de mama.
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Parte 08 de 08

Finalmente chegou o dia da palestra. Eu estava tão nervosa que já amanheci com diarreia, algo comum quando estou nervosa. Fiquei mais nervosa ainda quando fiquei sabendo que o Mauro e o Pedrinho estariam na plateia. A médica iniciou, falando sobre a importância dos cuidados da mama para as mulheres e também a importância social/cultural. A doutora também abordou as doenças mais comuns que acometam as mamas no Brasil e a importância do acompanhamento regular de uma mastologista.

Após mostrar alguns dados sobre o câncer de mama, ela começou a falar sobre prevenção e, neste momento, me chamou para compartilhar o palco com ela. As pernas ficaram trêmulas, as mãos começaram a suar, a voz embargada, mas, aos poucos, eu fui ficando à vontade. Contei, em cerca de quinze minutos, como descobrimos o câncer e como foi o tratamento. Conclui afirmando que existem quatro pilares que me sustentaram: (1) fé em Deus, (2) meu comprometimento com a cura, (3) o cuidado da família e amigos, e (4) os médicos competentes que se importam com nós pacientes. Quando terminei de falar, entreguei uma rosa à minha médica e a abracei forte. FIM

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Essa narração é baseada nas histórias compartilhadas em nossa página no facebook.
Giovanna Gabriele – Médica Mastologista (11 3071 1812)

Tempo de lutar, tempo de celebrar

Parte 07 de 08

Após alguns meses, decidi voltar ao trabalho. Foi muito bom rever os colegas e sentir que finalmente estava retomando minha vida. As primeiras semanas foram de certa forma constrangedoras. Isso porque todos na firma, por causa da minha doença, começaram a me poupar ao ponto de não ter nenhuma tarefa para ser executada por mim. Era como se minha presença fosse meramente decorativa. Tive que tomar a atitude de ir atrás das atividades e, sempre que surgia a oportunidade, eu as executava bem.
O término das sessões de quimioterapia foi uma verdadeira vitória. Fizemos até um jantar em família para celebrar. Algo que aprendi durante esse período é a celebrar as pequenas conquistas. Tantas lágrimas e tantos sorrisos trouxeram um sentimento permanente de viver a vida em plenitude. Aprendi a “se alegrar com os que se alegram e chorar com os que choram”. Não posso dizer que o câncer foi uma benção, mas também não foi uma maldição. Gosto de pensar que para mim foi um caminho de transformação.
Em uma visita de rotina, minha médica mastologista fez um convite inusitado: ela iria apresentar uma palestra sobre a importância da prevenção para uma plateia de duzentas mulheres e queria que eu compartilhasse minha história. De imediato me bateu um nervoso, mas topei, afinal a gente tem que compartilhar nossa força. Continua Sexta-feira.

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Giovanna Gabriele – Médica Mastologista (11 3071 1812)