Mastologista: o que faz e quando procurar o especialista

O mastologista é frequentemente procurado por mulheres. No entanto, esse profissional também atende homens, estando habilitado a cuidar de questões referentes às mamas em geral. 

Mastologista: o que é? 

O mastologista é o médico especializado na saúde das mamas. Ao longo de sua formação, ele realiza uma primeira residência médica em Cirurgia Geral ou Ginecologia e Obstetrícia e, em seguida, faz uma segunda residência em Mastologia.  

Esse profissional é responsável pelo diagnóstico e pelo tratamento clínico ou cirúrgico de condições relativas às mamas que podem afetar tanto mulheres como homens. 

Quais doenças o mastologista trata? 

O mastologista trata doenças mamárias em todas as fases da vida, atendendo crianças, adolescentes, adultos e idosos. 

Algumas das condições mais frequentes na população são: 

  • Mastalgia (dor nas mamas); 
  • Cistos mamários; 
  • Nódulos mamários; 
  • Câncer de mama; 
  • Ginecomastia (aumento das glândulas mamárias em homens); 
  • Polimastia (aumento do número de mamas em mulheres); 
  • Mastite (inflamação das mamas). 

Quando procurar um mastologista? 

É importante procurar um mastologista caso o paciente note qualquer alteração nas mamas.  

Na ausência de sintomas, recomenda-se que as mulheres marquem uma primeira consulta com o mastologista por volta dos 25 anos. Assim, pode ser feita uma avaliação de risco para câncer de mama com base na história pessoal da paciente e nos seus antecedentes familiares. 

A partir dos 40 anos, o ideal é que todas as mulheres consultem anualmente o mastologista e realizem a mamografia também uma vez ao ano. 

Quais exames o mastologista pode solicitar? 

O principal exame solicitado pelo mastologista é a mamografia, que ajuda a detectar precocemente o câncer de mama. 

Além da mamografia, é comum que o médico peça exames como ultrassom, ressonância magnética e, a depender do caso, biópsias mamárias. 

Mastologista online: como é feita a consulta? 

Na consulta online, o mastologista faz as mesmas perguntas que costuma fazer presencialmente: o médico procura entender quais as queixas do paciente, quais medicamentos o indivíduo usa, se foi realizada alguma cirurgia recentemente e se há histórico de câncer de mama na família. 

Embora não seja possível fazer o exame físico (palpar as mamas e as axilas para avaliar alguma eventual alteração) por telemedicina, muitas vezes o mastologista consegue adiantar a solicitação de exames ou fornecer um aconselhamento ao paciente durante a consulta online.

 

Fonte: https://nav.dasa.com.br/blog/mastologista

Condições benignas das mamas

Existem muitas dúvidas sobre alterações nas mamas, sempre que uma paciente recebe um diagnóstico vem o medo de ser uma alteração cancerígena ou não. Por isso, trouxe as principais alterações benignas das mamas.

Cistos mamários;
Fibroadenoma.
tumor filoides;
papiloma;
mastalgia;
cistos;
mastite

Essas condições são comuns e não cancerosas, mas ainda assim merecem atenção e cuidado. Busque sempre consultar uma mastologista para mais informações sobre seu quadro e tratamento adequado.

Por que as mamas doem?

As dores nas mamas também conhecidas como mastalgia, são uma queixa comum entre as mulheres. Segundo a Sociedade Brasileira de Mastologia, o desconforto atinge 70% das mulheres e, em sua maioria, não apresenta riscos a saúde das mamas.

Quando a mastalgia ocorre:

No período pré-menstrual e menstrual, conhecida como mastalgia cíclica.

Na gravidez e menopausa, podendo ter associação com casos de traumas, cistos, inflamações, e é definida como mastalgia acíclica.

E a extramamária, sendo efeito colateral de outro quadro clínico que não seja nas mamas.

As dores nas mamas são preocupantes quando são persistentes ou sem motivo aparente, podendo ser um sintoma de cistos, câncer de mama, doença de paget ou mastite.

Nesses casos é necessária a avaliação de uma mastologista.

Em casos de dores persistentes ou sem motivos aparente converse com uma mastologista.

Dra Giovanna Gabriele

Dores nas mamas

Mastalgia, termo médico para dor na mama, é extremamente comum: 60% das mulheres apresentam desconforto nas mamas. Cerca de dois terços das dores estão relacionadas às variações hormonais do ciclo menstrual, surgindo, habitualmente antes da menstruação, denominada de dor cíclica.

A dor não-cíclica é aquela que não segue necessariamente as variações hormonais, podendo ser constante, intermitente ou pontual, como após traumas da mama ou tórax. Diferentemente da dor cíclica, a dor não-cíclica costuma acometer apenas uma das mamas. Entre as causas podemos citar: mama muito grande, mastite, traumas, ectasia ductal, gravidez e câncer de mama.

Se você estiver sentindo alguma dor, não dispense o acompanhamento médico, pois, como podemos observar, existem muitas variáveis a serem analisadas. A dor, inclusive, pode ser originada por problemas fora da mama (dor extra mamária). Previna-se e procure uma médica mastologista. Giovanna Gabriele – Médica Mastologista (11 3071 1812)