Posso engravidar após o câncer de mama?

Sim! Segundo as pesquisas e os estudos, a gestação após o câncer de mama é possível e seguro para mãe e para o bebê, sem apresentar risco de recidiva. Entretanto, dependendo do tratamento, as chances de gestação podem diminuir.

É essencial que o planejamento familiar seja discutido com os profissionais de saúde, incluindo a mastologista, para que sejam avaliadas formas de preservar a fertilidade e garantir uma gestação saudável e feliz após o tratamento.

No meu canal, preparamos um vídeo sobre a gestação e o câncer de mama. Clique aqui para conferir!

Amamentação e a saúde das mamas: mitos e verdade

A amamentação é uma importante para a saúde do bebê, mas existem muitas dúvidas e inverdades a respeito da saúde das mamas durante esse período.

Aproveitando o agosto dourado separei algumas afirmações e dúvidas que já recebi para que juntas possamos esclarecer e propagar informações verdadeiras!

“A mama sofre alterações durante a gestação”

Verdade! As mamas mudam de tamanho, formato e alterações de coloração no mamilos e aréolas.

A amamentação não traz benefícios para a saúde das mães

Mito! A amamentação diminui os riscos de desenvolvimento do câncer de mama, como também, diminui a depressão pós-parto

Durante a amamentação não deve ser feito mamografia.

Verdade! Durante a amamentação os ductos das mamas ficam preenchidos por leite, afetando a eficiência do exame.

A presença de prurido amarelado no aréola é um sinal de alerta durante a amamentação

Mito! Durante a amamentação existe o aumento do sebo responsável pela hidratação da aréola, essa produção natural pode apresentar prurido amarelado.

Mulheres que colocaram silicone não podem amamentar, pois altera o leite materno.

Mito! A prótese de silicone fica por trás da glândula mamária ou músculo peitoral, não afetando a produção do leite materno, mas depende do tipo e da técnica cirúrgica utilizada.

Quem teve câncer de mama não pode amamentar.

Se você ainda tem alguma dúvida a respeito da amamentação deixe nos comentários! Será uma satisfação te responder!

Agosto dourado: mês de incentivo ao aleitamento materno

O mês de agosto chegou para incentivar e promover informações acerca da importância do aleitamento materno. O agosto dourado recebe esse nome em alusão a preciosidade que é o leite materno na alimentação do bebê e na saúde das mães.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que o bebê seja alimentado exclusivamente com o leite materno até os seis primeiros meses de vida e de forma complementar até os dois anos de idade.

A amamentação promove para o bebê o equilíbrio dos nutrientes, fortalecimento do sistema imunológico e ajuda no desenvolvimento do cérebro. Também fortalece o elo entre mãe e filho(a) e auxilia na prevenção do câncer de mama.

O agosto dourado também nos convida a fazer outro gesto de amor, a doação de leite materno. Dessa forma, é possível salvar vidas e promover saúde para outros bebês.

Amamentação: 3 Dificuldades iniciais e como superá-las

“A pega”: A primeira dificuldade de toda mãe é como conseguir a pega correta para amamentar. A “má pega” acontece quando o bebê coloca somente o mamilo na boca. A solução é colocar toda a aréola na boca do bebê para que ele possa sugar de maneira correta. A “má pega” causa dor nos mamilos, fissuras e rachaduras.

Produzir pouco leite: A principal causa para a produção insuficiente de leite é provavelmente a “má pega” que causa a falta de estímulo nas glândulas mamárias para a produção do leite. Quando a pega do bebê é feita de forma correta a produção de leite deve aumentar num prazo de três dias.

Não esvaziar o peito regularmente: Quando o peito não é esvaziado de forma regular, ele empedra, causa inflamação, abscessos e o bebê não consegue mamar. O ideal é esvaziar as mamas com uma bomba tira-leite ou por ordenha manual. Tem muito leite? Doe para um Banco de Leite!

Em caso de dúvidas, procure Giovanna Gabriele – Médica Mastologista (11 3514 6000).